Sobre
o que fazer,
O
que ser e o que pensar,
Reflito
sem entender
O
que preciso alcançar.
E
no meio dos dias corridos
Os
sentimentos se vão perdidos,
Algo
que não precisa ser pensado,
Ou
como se nunca houvesse existido.
E
os mundos se transformam,
Cruzam
suas órbitas,
Como
almas que não se conformam
Somente
com sua trajetória.
Os
sentimentos se misturam,
Formam
caminhos infinitos,
Pelo
universo serpenteiam,
Como
se sempre houvessem existido.
Enquanto
a impermanência de tudo
Mostra
seu rosto tão variável,
Eu
me perco e me acho no absurdo,
Na
vida, no momento e no cansaço.
Os
desejos tão puros,
Os
pensamentos tão variáveis,
Vidas
grandes, pequenas e intercambiáveis,
Tudo
se mistura em todos os nossos sentimentos,
Como
se sempre houvesse existido
E,
ainda assim,

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